segunda-feira, 26 de junho de 2017

Contrato para preenchimento do formulário DS 160


I. Contratante e Contratada.
A Contratada denominado de Visto Americano em Uberlândia e o Contratante
Nome:
Endereço:
Bairro:
Cidade:
Estado:

II. Serviços prestados
Preenchimento do formulário DS160
Pagamento da taxa do Consulado.
Agendamento da entrevista.

III. Preenchimento do rascunho em Documento do Word
O preenchimento do rascunho do formulário DS160 deverá ser feito em documento do Word, pois as informações serão copiadas para o formulário original da Embaixada.

IV. Informações inseridas no rascunho serão inseridas no DS160
Todas as informações inseridas no rascunho e devolvidas ao Visto Americano em Uberlândia serão de única e exclusiva responsabilidade do Contratante. Não inserimos nem uma informação que não venha exclusivamente do Contratante.

V. Pagamento
A taxa cobrada por esta consultoria é de 150,00 reais (Cento e cinqüenta reais) por cada formulário preenchido. Poderá haver descontos, caso sejam acordados entre as partes. Esta taxa deverá ser paga no dia do pagamento da taxa Consular, antes do agendamento.
Visto Americano em Uberlândia se reserva no direito de repassar toda documentação original ao cliente assim que a taxa dos serviços prestados sejam todas quitadas.

VI. Garantia do Visto.
O preenchimento do DS160 não é Garantia de Visto. Pois o mesmo só é concedido mediante entrevista a um departamento Consular ou Embaixada dos Estados Unidos da América no Brasil.

VII. Cópias do formulário disponível para o cliente. (Contratante)
O Contratante terá a sua disposição ao longo do processo e ao final do mesmo uma cópia em documento de Word do formulário original. Demonstrando que cada informação inserida teve como única fonte o Contratante.

VIII. Checagem e correção do Formulário DS160 será feita pelo contratante.
Uma minuciosa Revisão deverá ser feita pelo Contratante, tanto no rascunho bem como no Formulário original da Embaixada. Isentando assim o Visto Americano em Uberlândia de qualquer erros.

IX. Autorização e Responsabilidade
Depois de checado todas as informações, tanto no rascunho como no formulário original o Contratante enviará um email para o Visto Americano em Uberlândia Autorizando e se Responsabilizando por todas as informações contidas no Formulário.

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domingo, 5 de março de 2017

Escritório Virtual

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Os escritórios virtuais são uma forte tendência que chegou para solucionar todos os problemas dos profissionais autônomos e negócios em processo de mudança ou ampliação, representando uma excelente opção para quem precisa expandir seus negócios ou se fixar em um ambiente que proporcione as condições ideais de trabalho. Quer montar uma filial ou manter seu pessoal de apoio trabalhando adequadamente longe da sede? Pois aí está sua solução!
Considerando superficialmente o contexto, já é notável o porquê de essa novidade ter conquistado tanto destaque, não é mesmo? E para falar um pouquinho mais sobre essa alternativa, explicando algumas das inúmeras vantagens de sua utilização, resolvemos trazer esse post para você. Então vamos lá?

Afinal, o que é um escritório virtual?
Em primeiro lugar, é preciso pontuar as diferenças entre esse modelo e o chamado coworking, sobre o qual você também provavelmente já ouviu falar. O escritório virtual sugere um tipo de estrutura de que o contratante não necessariamente faz uso presencial. Ou seja, pode-se alugar um serviço como esse somente para providenciar um endereço fixo para a empresa, a fim de receber correspondências de trabalho, ligações de clientes e manter atendentes específicos operando em suas linhas, por exemplo, sem nem mesmo ter que residir propriamente naquela cidade.
Dessa forma, essa alternativa se difere do coworking por não ser exatamente um local alugado pelo cliente para que possa trabalhar presencialmente, mas, sim, um sistema contratado à distância para trabalhar por ele em determinada localidade — embora também seja possível reservar salas para reuniões, treinamentos e atividades pontuais nesse modelo, caso seja necessário.

Por que vale a pena investir?
Muito bem, agora que você já sabe o que é, pode se perguntar: mas, enfim, quais são as vantagens de apostar nesse sistema? Pois dê uma conferida em alguns dos principais benefícios e se surpreenda:

Crescimento da presença da empresa
Com os escritórios virtuais, é possível expandir seus negócios e explorar novos mercados aumentando a participação e a presença da influência da companhia. Quem opta por um escritório virtual pode, por exemplo, contar com um endereço em uma cidade mesmo que a matriz da empresa esteja em outra. Se você estiver em São Paulo, por exemplo, pode manter um endereço para a comunicação com os clientes e um serviço de atendimento em Belo Horizonte, outra cidade de grande potencial comercial.

Telefone exclusivo com DDD local
Essa é outra facilidade extremamente vantajosa oferecida por esse sistema, já que simplifica a iniciativa dos clientes para entrarem em contato com sua organização, evitando complicações desnecessárias e maiores gastos com chamadas interurbanas e a longas distâncias.
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Atendimento personalizado
Mais um inegável benefício é poder contar com atendentes para lidarem com seus clientes da maneira que sua empresa melhor definir, oferecendo atenção de qualidade nesse importante canal, promovendo um estreitamento do relacionamento com o público. Além disso, um profissional que não trabalha no local, mas usa o serviço de atendimento telefônico especializado, com certeza passa uma noção de maior profissionalismo, garantindo ainda mais credibilidade ao negócio.

Endereço corporativo
Com esse sistema, ganha-se um endereço válido para diversos fins, inclusive fiscais, o que amplia sua visibilidade comercial e denota uma maior estrutura e organização na execução de suas atividades.

Correspondências e recados gerenciados
Nos escritórios virtuais, toda a correspondência recebida é corretamente tratada. Assim, o gestor recebe, quase imediatamente, um aviso da chegada dessas cartas, o que aumenta o controle de todo o processo de trabalho, a organização do negócio e também o pronto atendimento e resposta aos clientes.

Relação custo-benefício
Contar com um serviço desses, que já inclui todos os detalhes que um profissional teria que providenciar individualmente caso não pudesse contar com essa solução por um preço acessível é, sem dúvida, uma ótima maneira de reduzir gastos e aumentar o retorno. Afinal de contas, já imaginou alugar tudo isso, às vezes até em uma outra cidade, por conta própria, mantendo um pessoal qualificado trabalhando especificamente para você e ainda tendo que monitorar isso de perto? Executar tudo isso sozinho pode chegar a ser até inviável. Mas com um escritório virtual fica tudo mais fácil, não acha?
E então, ficou interessado? Acabou de perceber que você também precisa de um escritório virtual para seus negócios? Então trate de otimizar seu investimento e fazer com que sua empresa ganhe mais um diferencial para começar a crescer de verdade!

 Fonte:  DESK Coworking

sábado, 14 de janeiro de 2017

Você sabe por que seu visto para os Estados Unidos foi negado?

Nem todos que querem conseguem conhecer o país mais poderoso do mundo. Veja os erros mais comuns de quem teve a entrada negada pelo consulado dos EUA
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Ter um motivo claro e justificável para conhecer os Estados Unidos é o primeiro critério que as autoridades do consulado norte-americano levam em consideração na hora de conceder o visto de turista (também chamado de B2) aos brasileiros.
“Se a pessoa acabou de se formar na faculdade e o pai quer dar uma viagem aos Estados Unidos para ir com as amigas, este é um motivo justificável. Mas se você tem 25 anos e quer ir sozinho para a Disney é estranho porque não condiz com que um ‘homem comum’ faria. Neste caso, eles podem não ver com bons olhos”, explica Ingrid Baracchini, advogada especialista em casos de imigração, de São Paulo.
A razão clara e justificável delimita a duração da viagem e determina a quantidade de dinheiro que você precisa para passar esse período fora do país, conforme explica a advogada. Quem deseja tirar um visto de turista e alega querer passar cinco meses viajando pode ser barrado, por exemplo. “Nem a Gisele Bundchen tira cinco meses de férias! Dar um motivo injustificável é o primeiro erro das pessoas”, explica Ingrid.
Essa explicação toda é feita em um cadastro, que deve ser preenchido de forma mais completa possível e sem deixar enganos. Por ser extenso, pode ser cansativo, mas é fundamental a total atenção do solicitante neste momento.

Dinheiro importa
Condição financeira é outro item importante na lista do INA (Immigration and Nationality Act), código de leis que rege a imigração e a liberação de vistos aos Estados Unidos. É preciso ter condições de se manter durante o período de férias. Neste caso, os jovens com menos de 21 anos podem receber o visto mais facilmente, pois são dependentes financeiramente dos pais.
“Se for menor de idade, o pai ou a mãe pagam a viagem para a criança. Pode até ser um presente de um tio, padrinho. Alguém arca com as despesas. Mas, depois dos 21 anos, ou você tem condições próprias ou você não vai para os Estados Unidos. Para os americanos é muito difícil uma pessoa com mais de 30 anos ter o pai como responsável pelas contas”, explica Ingrid.
Caso a pessoa não tenha a condição financeira, ela é vista como um imigrante potencial e na situação econômica que o Brasil vive hoje, esta não é uma condição tão difícil de se encaixar. “Se você não tem dinheiro, você não viaja para o exterior. Ter uma condição financeira é muito importante”, completa.

O terceiro requisito solicitado pelas autoridades norte-americanas é a prova de vínculo com o país. Não basta ser casado, ter filhos ou mesmo um emprego fixo: o vínculo depende muito da idade do solicitante.
“Se eu tenho menos de 21 anos e estou na escola, a escola é meu vínculo. Dos 30 aos 50 anos é bacana que a pessoa mostre como vínculo a família, o trabalho, a faculdade, estágio. É importante ter um objetivo de vida delimitado no Brasil, que faça a pessoa voltar. Se você não tiver nada para a qual voltar, você pode ser considerado um imigrante potencial”, reforça a advogada.

Cuidado com as incoerências
Escola e faculdade podem ser consideradas provas de vínculo com o país de origem. Mas se a pessoa deseja passar seis meses no exterior para um curso de inglês antes de terminar o curso superior, isso pode ser visto com maus olhos pelo consulado. “Eles podem pensar: ‘por que ela não se forma primeiro e depois faz o curso fora?’. Tudo que foge à regra do ‘homem comum’ tende a ser negado”, diz Ingrid.
Da mesma forma, se a pessoa mentir durante a entrevista pode ser barrada na chegada ao país. Se falar ao agente de imigração no Brasil que pretende ir em julho a Miami com o pai e a mãe, não chegue um mês antes em outra cidade e sem ninguém.
“Você vai ter a entrada negada e vai voltar ao Brasil. Não pode mentir jamais. Nos Estados Unidos, se você mentir, pode ser considerado uma fraude. Conte tudo, mesmo que você ache que não é necessário, porque para a imigração é informação relevante”, reforça a advogada.
DICA: Faça o visto do seu filho enquanto ele é criança. Assim, o visto será apenas renovado de 10 em 10 anos, sem necessidade de novas entrevistas.
Visto negado, quando posso tentar de novo?
Ter uma negativa no cadastro não significa, necessariamente, que você jamais vai conseguir o visto. A negativa depende muito da situação de vida daquela pessoa e, em alguns casos, será preciso um tempo, uma mudança nos vínculos, antes de tentar de novo.
“Imagine uma jovem que saiu da faculdade agora e, sem muitos vínculos no país, teve o pedido negado. É interessante que ela comece a trabalhar, fique um ano na empresa, e com o dinheiro que ganhar do trabalho, viaje. Isso deixa o processo dela mais sólido”, diz Ingrid.
Para outras situações, porém, o novo pedido pode ser feito no dia seguinte à negativa. “Outra pessoa, que trabalha há cinco anos e teve o visto negado pode ter dado alguma informação errada. Neste caso não tem problema pedir no dia seguinte, e apresentar as informações de outra forma”, explica.

Sinais de atenção dos EUA
Mesmo com o visto, alguns comportamentos podem chamar a atenção dos norte-americanos e barrar a entrada dos turistas no país. Atenção aos seguintes cuidados:
Cidade desconhecida. Não é comum que o turista queira conhecer cidades pouco turísticas, e sem uma justificativa clara, na primeira viagem aos Estados Unidos. Os norte-americanos podem, então, pensar que o turista quer ir para ficar.
Malas pesadas. Você declarou que vai ficar uma semana apenas, mas está levando uma malas de 40 kg. Incoerências deste tipo não são bem vistas pelos agentes nos aeroportos.
Ir e voltar. Ir e voltar. Com o visto de turista, não é comum que a pessoa viaje, fique uma semana. Volte ao Brasil e, dali um mês, esteja de novo nos Estados Unidos. As autoridades podem pensar: “que tipo de férias são essas?”, e podem deportar logo na chegada ao país.
As cidades de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife possuem o consulado norte-americano e podem liberar os vistos para os turistas brasileiros. 
Atenção! O consulado norte-americano sugere que o visto seja solicitado com bastante antecedência e a compra das passagens só deve ser feita depois que tiver o passaporte com o visto emitido em mãos.
*Depoimento*
Fiz tudo certo, mas ainda assim me foi negado o visto
A viagem para a Disney estava praticamente pronta para a família de Suzana*, com passagens compradas e hotéis reservados para março. No começo desta semana, Suzana com o marido e as duas crianças foram pegos de surpresa quando, durante a entrevista no consulado norte-americano em São Paulo, tiveram a entrada negada ao país sob a justificativa da idade.
“Disseram para nós que temos uma idade comum de quem quer começar uma vida fora do país e por isso tivemos o visto negado. Mas meu marido trabalha há 20 anos em uma empresa no Brasil e eu sou concursada do estado do Paraná. Levamos todos os documentos para provar o vínculo, mas eles nem olharam. Foi uma entrevista rápida, não durou nem cinco minutos. Perguntaram só o que a gente fazia, para onde iríamos, o que iríamos fazer”, conta Suzana.
Suzana tem 37 anos e o marido 43, idade que normalmente não é considerada a época para sair do país e começar uma nova vida. A justificativa que ela encontrou foi com relação à situação econômica brasileira. “O contexto do país não ajuda. A gente sabe que tem muitas pessoas que querem trabalhar fora mesmo, porque aqui não tem oportunidade. Mas não era o nosso caso, só queríamos levar as crianças para Disney”, diz.
Agora, a funcionária pública diz que quer dar um tempo e quem sabe conhecer outros lugares antes de tentar novamente a ida aos EUA. “Gosto muito de praia, quem sabe voltamos às praias do Brasil no nordeste.”
Fonte: Viverbem

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Se vai requerer visto americano, cuidado com o que posta nas redes sociais

Foto8 Visto americano Se vai requerer visto americano, cuidado com o que posta nas redes sociais
Já em 2017, os solicitantes de visto de entrada nos EUA quando preencherem o formulário de aplicação encontrarão o campo onde deve ser informada “a presença online”
O DHS aprovou a proposta que autoriza as agências de segurança, o Departamento de Imigração (ICE) e órgãos consulares consultarem informações online
A partir de 2017, os solicitantes de visto para a entrada nos Estados Unidos terão suas páginas nas redes sociais vasculhadas. O Departamento de Segurança Interna (DHS) aprovou o projeto de lei que autoriza as agências de segurança, o Departamento de Imigração (ICE) e órgãos consulares consultar informações nas redes sociais. O objetivo principal da decisão é identificar suspeitos de envolvimento em atividades terroristas.
Já em 2017, os solicitantes de visto quando preencherem o formulário de aplicação encontrarão o campo onde deve ser informada “a presença online”. Vários ativistas defensores dos direitos dos imigrantes e ONGs criticaram a decisão, considerando-a “invasão de privacidade”, especialmente com relação aos países islâmicos. A American Civil Liberties (ACLU) posicionou-se contra a consulta nas redes sociais.
. Crise é obstáculo:     
A crise econômica no Brasil faz com que cada vez mais brasileiros tentem entrar nos EUA em busca de trabalho, o que aumenta o índice de rejeição nos pedidos de visto
O Embaixador Sérgio Amaral, indicado pelo governo interino de Michel Temer para assumir a Embaixada do Brasil em Washington-DC, disse que o Brasil atualmente está cada vez mais distante de fechar um acordo de isenção de vistos com os EUA. Ele citou a crise econômica brasileira como o fator principal para que isso aconteça.
Com a crise, mais pessoas tentar vir para os EUA em busca de trabalho e mais vistos são negados, aumentando o índice de rejeição. A eliminação de vistos é concedida aos países com índice de rejeição abaixo de 3%, entretanto, o Brasil já ultrapassou essa porcentagem.
Outra preocupação dos EUA é a segurança nacional. Quando os americanos pensam sobre reforma migratória, certamente muitos deles pensam em resolver o fluxo da imigração clandestina vinda do México. Entretanto, os ataques terroristas de setembro de 2001 e a mais recente tragédia em San Bernardino (CA) revelam que focalizar na imigração legal é muito mais fundamental para a segurança nacional. O processo atual precisa de uma reforma profunda, caso as autoridades realmente queiram evitar que indivíduos mal intencionados, radicalizados ou fanáticos religiosos entrem nos Estados Unidos.
Para visitar os EUA, cidadãos da maioria dos países, excluindo 38 (programa Visa Waiver), devem aplicar para vistos nas embaixadas e consulados espalhados pelo mundo. A ênfase no processo de veto infere que, conforme o sistema atual, pesquisar um candidato por comportamento inapropriado e crença é até possível. Otto Von Bismark disse: “Política é a arte do possível” e essa realidade é vivida pelas pessoas que trabalham nas missões consulares.
Em março de 2015, o Congresso formou a bipartidária Força Tarefa no Combate à Viagem ao Terrorista e Lutador Estrangeiro. O objetivo do grupo é revisar por 6 meses a ameaça representada por indivíduos que deixam o país para se juntar a grupos jihadistas no exterior e identificar falhas na segurança. A revisão é considerada a mais ampla feita pelo Governo na luta contra a viagem de terroristas desde o relatório da Comissão 2004 9/11, que focalizou nos estrangeiros que viajaram ao Iraque e Síria, e que tencionavam retornar aos EUA e cometer atos terroristas.
Fonte^Brazilian Voces

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Visto Americano em Uberlândia inspira Confiança!

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Confiança:
Como a maioria dos contatos e dados do cliente são passados online e por email, isso requer um alto grau de confiança mútua. Tanto por parte do cliente que terá de entregar muitos dados de certa forma sigilosos e que infelizmente nesse mundo que estamos se acha poucas pessoas honestas. Como por parte da Consultoria, em preservar e guardar o sigilo absoluto daquilo que foi a ela confiado.
Mais o Visto Americano em Uberlândia tem atendido de forma exemplar aos nossos Clientes.

Credibilidade:
Os serviços prestados têm feito com que a Consultoria esteja crescendo, e um dos motivos desse crescimento é a Credibilidade sem a qual não poderíamos chegar onde estamos chegando. Tem clientes que conseguiram o Visto sem ter nem um contato pessoal comigo a não ser por celular.
Essa propaganda boa feita boca a boca vai nos levando a galgar um lugar melhor neste segmento.

Resultados:
Mesmo em face de tantas dificuldades, temos obtido resultados expressivos ao encaminhar as pessoas para conseguir o Visto Americano. Poderia ser muito melhor se a condição do brasileiro fosse melhor, mais mesmo assim estamos dentro das expectativas de recebimento do Visto.

DS160.
No momento só preenchemos o DS160 que é Visto temporário para não imigrante.
Visite as publicações desse Blog e confira o que estamos falando aqui.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

EUA passará a solicitar dados de redes sociais para emitir vistos

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Ao contrário do prometido anteriormente pelo presidente Barack Obama, viajar para os EUA mesmo para passear vai ficar ainda mais difícil para algumas pessoas, principalmente para quem fala o que quer na internet: o Departamento de Segurança Interna aprovou uma nova proposta que autoriza os órgãos de imigração norte-americanos a analisar a presença online de todos aqueles interessados em tirar visto para entrar no país.
A ideia é acrescentar um novo campo de entrada de dados no formulário de solicitação de visto e/ou autorização para viagens a quem precisa, em que o solicitante deverá fornecer os links de suas páginas sociais na internet. Embora tenha sido sinalizada como “opcional”, a gente sabe o quão chatos de galocha os agentes de imigração são com qualquer vírgula colocada fora de lugar ou uma gaguejada durante a entrevista. Logo, quem não adicionar suas redes sociais (considerando que o mesmo possua presença online) ou omitir alguma entrada relevante só estará dando um excelente motivo para seu pedido de visto ser sumariamente rejeitado.
E como podem notar abaixo, o Departamento de Segurança dos EUA deseja cobrir todas as pontas possíveis.
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A proposta visa obviamente identificar potenciais terroristas tentando entrar em solo norte-americano (na verdade é a oficialização de algo que já fazem por baixo dos panos) e não deve afetar cidadãos de países que não necessitam do visto, mas independente disso a novidade foi muito mal recebida por uma série de organizações de defesa à liberdade, direitos civis e privacidade. A American Civil Liberty Union já declarou com todas as letras que o processo vai aumentar a inda mais a discriminação voltada a comunidades árabes e muçulmanos (jura?), e mesmo pessoas com nomes e sobrenomes relacionados (o que não faz muita diferença nesse caso).
Por outro lado, há a preocupação legítima de que tendo posse dos endereços, o que pode ser entendido como uma autorização de escrutínio o governos dos EUA passe não só a fuçar nos conteúdos livres como tenha poder de exigir acesso a conteúdo bloqueado (perfis trancados) junto às redes sociais, além de coletar mensagens e contatos dos candidatos.
Não é essa a primeira vez que o governo dos EUA tenta forçar a barra. A CISA, uma lei de cibersegurança que não seria mais do que uma backdoor enfrentou resistência de empresas como Apple, Dropbox, Google e várias outras. O desejo do FBI de ter acesso livre ao iOS e Android foi outra ação duramente criticada, principalmente pelas autoridades ignorarem o princípio de presunção de inocência. Da mesma forma, a Regra 41 que recentemente entrou em vigor dá plenos poderes ao Bureau para invadir qualquer dispositivo conectado cujo IP seja desconhecido.
De qualquer forma, quem adora meter o pau nos EUA mas vai todo ano fazer compras em Miami deve estar adorando essa nova medida. Thanks, Obama.
Fonte: Politico.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Você tem medo viajar de avião? Curso de Fortaleza usa terapia para acabar com fobia!

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Sentir falta de ar, medo e até taquicardia ao sentar numa poltrona de um avião é algo comum para pelo menos 42% dos brasileiros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). A fobia de voar também atinge muitos cearenses. Contudo, um projeto tenta reduzir essa estatística.
Desde o início deste ano, o Projeto Sem Medo de Voar, em Fortaleza, realiza o tratamento de pessoas que possuem fobia de voar. A iniciativa, que faz parte do Centro de Estudos de Psicologia (Cemp), oferece um tratamento específico para esse tipo de problema.
De acordo com a psicóloga Janna Bezerra, especialista que ministra o curso, ter informações verídicas sobre o funcionamento e as questões de segurança dos aviões é o primeiro passo para o controle do medo.
Ainda conforme a psicóloga, o projeto surgiu devido a necessidade do tratamento direto dos pacientes com o medo. “Pesquisas sobre as melhores formas de tratamento da fobia de viajar de avião não deixam dúvida de que as terapias comportamentais e, particularmente, as técnicas de exposição são as mais indicadas. Ou seja: o importante é levar o indivíduo a tomar contato gradativa e sucessivamente com a situação. Então era muito difícil se ter um trabalho eficaz com o medo de avião. Foi a partir daí que decidimos criar o projeto”, conta. 

Saiba mais
 O curso envolve uma série de atividades durante 45 dias. Durante esse período os alunos passam por sessões de psicoterapia, palestras com psicólogos e com pilotos comerciais, em que eles explicam tudo sobre o voo. “Além de todo esse processo, os pacientes fazem uma visita técnica no avião e, por fim, realizam uma viagem de ida e de volta para alguma cidade próxima de Fortaleza”, explica Janna.
Para Pedro Frota, participante da primeira turma do curso, o medo de avião era algo que ele mesmo não conhecia. “Nunca havia andado de avião e combinei com minha namorada de ir tirar o visto americano, em Recife. O avião era algo incerto para mim, não sabia se tinha medo ou não, pois não conhecia a experiência, mas no dia da viagem, já no corredor para entrada na aeronave, meu corpo gelou, minha boca perdeu a cor, meu coração pulsava e tinha a sensação que iria morrer se entrasse, que ali eram meus últimos minutos de vida”, relata.

Apesar de todo o sofrimento, Pedro encarou a viagem para a capital pernambucana. “Chegamos a Recife, mas eu não conseguia fazer nada, só pensar como seria a volta. Nem dormi no outro dia. O medo foi tanto que eu não consegui voltar. Antes das portas fecharem eu saí correndo”, disse.
Quando ficou sabendo sobre o projeto, no início do ano, Pedro não pensou duas vezes antes de fazer a sua inscrição. “O curso foi maravilhoso, todos os profissionais gabaritados e experts no assunto, o principal é a segurança que você sente em saber que o seu medo é normal e que ele vai passar, basta você querer enfrentar. Nesse ponto, enfrentar o medo, com as técnicas e segurança que eles passam, é o principal objetivo. Hoje, graças ao projeto eu já viajei, em dois meses, quatro vezes de avião, sendo uma experiência maravilhosa, prazerosa”, destaca.
Por ser uma iniciativa nova, ainda são poucas as pessoas que procuram o curso. Ao todo, 13 pessoas se inscreveram nas duas primeiras edições do projeto, que acontece duas vezes por ano.

Como participar?
Os primeiros participante do projeto tiveram que investir R$ 1.900 para perder o medo. Contudo, quem possui a fobia e deseja participar das próximas edições do projeto precisa desembolsar a quantia de R$ 2.200. O próximo curso já está com inscrições abertas e deve ser realizado em março de 2017. As inscrições da próxima turma do Sem Medo de Voar podem ser realizadas através do site do projeto ou na sede da instituição.

SERVIÇO
Projeto Sem Medo de Voar
Inscrições: www.projetosemmedodevoar.com.br
Onde: Rua Tomás Acioli, 576, Aldeota.
Início: 22 de setembro
Mais informações: (85) 3246-5757/ (85) 98893-9899

Por Matheus Ribeiro em Negócios
12 de dezembro de 2016 às 07:00